domingo, 30 de outubro de 2011

Geração DIgital: Escolas e alunos passam por uma revolução no processo de ensinar e aprender



Primeiro o quadro negro ficou verde. Pouco depois, branco. Já o lápis de giz foi substituido por um piloto de tinta. Agora tudo isso começa a fazer parte do passado. Chegou a vez dos computadores e lousas digitais tomarm seus lugares em salas de aula e proporcionarem aos estudantes novas experiências educacionais.
Vivemos na era digital marcado pela conexão mundial de computadores, pela interatividade. As novas tecnologias de informação e comunicação exigem o repensar de métodos e técnicas de ensino, tendo em vista os novos paradigmas da educação. A importância de se discutir a educação no mundo globalizado e tecnológico se faz presente na vida dos educadores e educandos. Eles começam a assumir outros papéis desenvolvendo novas competências... Educar os alunos para o uso crítico dos meios eletrônicos torna-se um desafio. Professores e alunos assumem novos papéis diante do mundo digital. Surgem novas oportunidades, criam-se grupos de discussão na internet para debater os assuntos abordados em sala de aula. A apresentação de trabalhos, feira de ciências por exemplo: Cartazes de cartolina estão sendo substituidos com o avanço tecnológico. A própria prova do ENEM este ano não escapou do mundo digital. As novas tecnologias vem atuando na mediação do homem com o mundo.


Ficam as perguntas para reflexão:

- Como atrair os alunos para o espaço da escola diante do dinamismo do universo digital?
- Como o professor pode transformar a tecnologia em um instrumento facilitador no processo ensino aprendizagem?

Fonte: Especial Guia da educação

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

PRÁTICA PEDAGÓGICA II - Resumo do texto 5 Construindo competências desde a escola - Perrenoud



UMA CAPACIDADE DE AGIR EFICAZMENTE EM UM DETERMINADO TIPO DE SITUAÇÃO, APOIADA EM CONHECIMENTOS, MAS SEM LIMITAR-SE A ELES.

As competências exploram saberes diversos, incluem possibilidades de abstração, de generalização, permitem construir uma resposta adaptada sem extraí-la de um repertório de respostas pré-programadas.

As noções de competência envolve as relações de teoria e prática

NÃO BASTA APENAS SABER, TER O CONHECIMENTO TEÓRICO, MAS É PRCISO SABER FAZER.

APLICAR CONHECIMENTO TEÓRICO E ADAPTÁ-LO ÀS DIFERENTES SITUAÇÕES QUE IRÃO EXIGIR AUTONOMIA DOS SUJEITOS

Perrenoud coloca a necessidade de o professor trabalhar por meio de situações problemas para propiciar a construção de competências:

Desenvolver experiências

Trabalhar por meios de projetos

Motivar o aluno

Hoje a educação está toda voltada no sentido de construir competências, não mais na transmissão pura e simples de conteúdos. Pois, o trabalho escolar tradicional estimula a mera apresentação de resultados, enquanto a abordagem por competências torna visíveis os processos, os ritmos e os modos de pensar e agir.

“Uma competência nunca é a implementação “racional” pura e simples de conhecimentos, de modelos de ação, de procedimentos. Formar em competências não pode levar a dar as costas à assimilação de conhecimento, pois a apropriação de numerosos conhecimentos não permite, ipso facto, sua mobilização em situação de ação”

Para Perrenoud a competência situa-se além dos conhecimentos.Não se forma com a assimilação de conhecimentos suplementares, gerais ou locais, mas sim com a construção de um conjunto de disposições e esquemas que permitem mobilizar os conhecimentos na situação, no momento certo e com discernimento.

As competências transversais estão intimamente ligadas às competências disciplinares, pois encontram-se na intersecção de diferentes disciplinas. Constituem não só os processos fundamentais do pensamento, transferíveis de uma matéria para outra, como também englobam todas as interações sociais, cognitivas, afetivas, culturais entre o aluno e a realidade em seu ambiente. Entre as competências disciplinares distingue-se: competências globais, ditas de integração, que reúnem e organizam um conjunto de conhecimentos, saber-fazer e saber-ser em suas dimensões transversais e disciplinares. E competências específicas a serem desenvolvidas em situações de aprendizado para se chegar, com o tempo, a um domínio maior de competências de integração.

O trabalho de construir competências é todo calcado em resolver situações-problemas contextualizadas.

A participação do aluno é muito maior, ele é o pesquisador de campo.

ENFIM: Não basta apenas ser, mas é fundamental saber fazer. A noção de competência articula teoria e prática, favorecendo a autonomia de alunos e professores em busca de uma educação comprometida com a transformação social

domingo, 16 de outubro de 2011

VI SEMINÁRIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

O propósito do VI Seminário Nacional de Educação e Movimentos Sociais consiste em refletir e discutir sobre os saberes e as práticas em educação popular que têm sido produzidos na atualidade e orientado o modo de pensar, dizer e fazer dos movimentos sociais, enquanto protagonistas sociais.


A quem interessar:Seminário Nacional de Educação Popularhttp://www.wix.com/6sems2011/6sems2011!